quarta-feira, 21 de julho de 2010


Quando o telefone não encurta mais a Distancia,
quando palavras não encurtam mais a distancia...

Transmitimos tudo pelo ar...
Como um radio...
o que um senti daqui o outro vive também!

Um objeto nunca se sentiu tão amado quanto nesses tempos de saudade
onde transmitimos para ele todo o carinho que queriamos com o ser amado
e se fica como um louco, doido , desvairado...
acariciando teclas e teclados
na esperança que aquela... "coisa"...
te traga ou aproxime o desejado!

e o que segura essa "dor" é a certeza,
de em breve, um encontro...

nem que seja pra alimentar mais a saudade...
mas um encontro, em breve outro, depois outro e outro...
para que possamos não alimentar a saudade, mas outras coisas
para que possamos viver tudo o que há pra viver
para que possamos nos permitir...