quarta-feira, 29 de abril de 2015

Pensando em Shakespeare

Pensando em Shakespeare
“…Só ri das cicatrizes quem nunca sentiu a dor das feridas…” WS
E assim nos machucamos sem viver a dor da ferida…
Nem cicatrizes, nem feridas… Só dor.
Você prefere sofrer por medo de sofrer a experimentar o que quer que venha a acontecer…
Pois bem…
Te convido a loucura que quiser!
Te convido a viver!
Te incito a tudo, a nada
e te excito com tudo, pra tudo
com acolhida, carinho, força, fogo!
Te fazer minha e sentir você se perdendo na ponta da minha língua,
Te dar a segurança dos meus olhos!
Você quer voar… Você quer um cais…
Você quer tudo de um só gole!!!!!
Mas entenda…
Quem nos bebe de uma só vez é o mundo e não o contrário!
A gente só se entrega!
E é disso que você tem medo!
Medo do mar escuro a noite,
medo de que, Quando o dia raiar, estará cansada demais e longe demais da praia pra poder chegar a terra que conhece…
Medo de viver…
As coisas não precisam ser assim…
Me dói mais deixar de viver do que descobrir se realmente vai doer…
Ainda mais quando parece que os dois se entregam…
Se eu estiver enganado, cego, bobo…
Desculpa…
Mas é assim que sinto, vejo e reajo a essa história…
E de verdade, não me importa mais porra nenhuma!
Eu quero te fazer minha!
Porque querendo ou não…
Rs…

quarta-feira, 15 de abril de 2015


Sem lápis, sem papel e uma ideia fugidia,
 Uma ideia que corre pelos dedos e quase perco.
Um gole de medo, que afogo no copo em minha frente.
 Uma saudade, que não queria sentir...
 Um querer que não se sacia...
Uma realidade ambígua
Contraditória...
Controversa...
No mínimo três mundos que se cruzam.
O cheiro que fica impregnado, não na roupa, não na pele...
Mas que se dissipa na alma...
Que mancha,
Que mela...
Que escorre...
A pedra de gelo estala no copo à frente
E esbarra no vidro ao descer rasgando pela garganta!
Volta logo... 
Ou vai embora de uma vez porque eu desaprendi muito das coisas simples!
O gelo estala no copo...

Quase vazio em minha frente!

domingo, 12 de abril de 2015

Moiras e o Fio Da Vida.

Moiras e o Fio Da Vida.

Sem lápis, sem papel, sem caneta... Quase que te perco! Pois é isso... É disso que é feita a vida. Feita de desencontros, vindas e idas, De “encontros e despedidas”. De sentir e despertar instintos dormentes.
Renato nunca fez tanto sentido ao dizer que: “... o corpo quer a alma entende...” Há tempos... há tempo... Dessa forma, dessa maneira... Há tempos...
O ontem já não é mais tanto tempo quando cinco minutos já são uma eternidade. O que você colocou no meu copo?
As voltas com o copo vodka à minha frente, me entrego ao impulso de escrever ... Entrego-me receoso ao impulso de me entregar... Mas me entrego. 2015/04/13