Sim, Não, Talvez... Talvez!
Sim!
Se eu disse que te amo,
você pode acreditar, que onde quer que esteja
se precisar de mim, eu vou dar um jeito de me fazer
presente.
Sim!
Eu posso te amar do jeito que for,
Do meu jeito torto e errado
desde sempre!
Não!
Eu não me encaixo em seus moldes
Rs... na verdade nos moldes de ninguém!
Não!
Eu não vou estar presente se me sentir como troféu
Não sou um joguete de conquista pra você erguer e gritar:
“CONSEGUI!!!”
Talvez!
Talvez nos consigamos vencer essa odisseia chamada vida...
Talvez sejamos capazes de compreender um ao outro, sem
esquecer o mundo...
por mais que isso
seja preciso...
Talvez nós liguemos um precioso botão e caminhemos lado a
lado sem cobranças desnecessárias e incoerentes...
O conto indígena da Águia e do Falcão se faz entender por
toda a minha vida, desde que o compreendi ...
Assim como o conceito de inferno.
Talvez!